10/04/2006

Parques: necessidade ou paisagismo?


Os parques de Fortaleza, neste início de século, tem assumido um papel diferente daquele assumido há até alguns anos atrás: eu, em minha infância, cheguei a ir ao Parque Adahil Barreto, localizado próximo à Assembléia Legislativa do Ceará e da Via Expressa, andar de quadriciclo pagando dois reais por dez minutos - nota-se que não faz tanto tempo assim pela moeda - e tomava banho numa cachoeira nas brenhas dos mangues; hoje os quadriciclos não mais estão lá, não se entra mais nessas brenhas e o parque virou apenas um local ou de prazer social extremamente pessoal e de educação ambiental promovido pelos órgãos públicos.

O parque em questão da foto é o Rio Branco, localizado no bairro Joaquim Távora, na avenida Pontes Vieira, cujas dependências não estão tão bem mantidas, a começar pelo riacho Maceió, que o corta. A culpa, contudo, dessa vez, não é exclusiva do poder público, mas sobretudo da população que, sem alternativa nem educação, pratica diversas formas de poluição no parque: visual (pichações); ambiental (lixo) dentre outras. Colocar em pauta a educação ambiental nas escolas não só municipais, mas em todas, principalmente nas particulares, é questão de sobrevida do ambiente da cidade e de respeito do cidadão para com o próximo. Não basta cobrar das autoridades, ajude-as a fiscalizar seus trabalhos!

Foto: Avenida Pontes Vieira, após passar do cruzamento com a Rua Frei Vidal; Parque Rio Branco ao fundo. Fotografia tirada de dentro do ônibus 011 - Circular 1
Registro: Felipe Silveira

Um comentário:

Anônimo disse...

oi Filipe!! ta muito massa o blog,ei se tiver msn me add depois>catgirl_27@hotmail.com<
bjo
Natalia(d Letras, da uece, do onibus...lembro...)!!